quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Descoberta. Parte 2



Saber o que falar (e como falar) é um fenômeno novo pra mim.
Novo e inexplicável.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Descoberta.



Sensibilidade é um fenômeno novo pra mim.
Novo e inexplicável.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

É, talvez eu seja poderoso.

Não só eu, como o mundo inteiro.

Dando uma passeada no excelente Brainstorm #9, encontrei essa campanha de enxer os olhos. Não me prolongarei comentando sobre esse filme espetacular. Assistam ele aqui, por favor.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Bad night.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Cabeça vazia...

Vocês já pararam para, simplesmente, dar uma boa olhada para o céu estrelado?
Pois é, eu nunca fui muito disso, mas tenho experimentado esse momento tão especial toda santa noite. Também pudera, o céu anda cada dia mais lindo. É como se as estrelas concorressem entre si para ver quem brilha com mais beleza e distinção.
Entretanto, cada vez que levo meus olhos ao céu penso sempre na mesma coisa: O que eu, que sempre orgulhei-me de ter os pés no chão, procuro em um lugar tão longínquo como as estrelas? Pra falar a verdade, eu não faço a mínima idéia e acredito não querer descobrir tal porquê.
Vai ver eu ainda não consegui me reencontrar. Vai ver eu temo pelo meu futuro. Vai ver uma porrada de coisas. Não ligo, e não quero ligar. Na verdade, a única coisa que quero é, após um longo e cansativo dia de trabalho, ter inifinitas estrelas ao alcance dos meus frágeis olhos. Ó, que sensação maravilhosa de paz interior.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Não tô afim.

Por motivos de cansaço extremo, falta de tempo pra aproveitar a vida e outras 'n' coisas que não estou afim de listar, vou deixar esse espacinho meio que de lado. Sendo assim, não vou dar seqüência ao meu diário sobre a Amazônia, nem a muitas outras coisas que eu queria escrever por aqui. Sempre que pintar um tema legal, darei minhas caras. Mas não é necessário muito mais que isso.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Amazônia: o pós dia-pós-dia (Dia 1, 23:13)

Que saco!
São 4 horas da manhã e o dia já começa. Assim como foi minha viagem na vida real, esse primeiro post - de uma série de 6 - já começa com uma reclamação. Afinal, após pouco mais de 1 hora de sono, eu despertava para o que seria a maior viagem da minha vida, até o momento (maior e não melhor, ok?). Enfim, encontrei o pessoal todo na faculdade e, de cochilo em cochilo (não sou antisocial, só sonolento), cheguei ao aeroporto de Guarulhos. É ali que o dia começava pra valer: um aviãozinho teco teco me esperava, ora pois! O sol mal havia nascido e eu já tinha que enfrentar um medo - o de avião. Subi no voador e, dentro de pouco tempo, estava parando em Brasília, nossa primeira escala. Que vôo tranqüilo. Que vôo gostoso. "Essa viagem vai ser fichinha!", pensei. Ledo engano.

O pessoal da USP à esquerda, nós à direita e o aviãozinho no fundo.

De Brasília seguimos todos para a Serra do Cachimbo, nossa segunda escala, e de lá partimos, finalmente, para Manaus. Porém, no meio do caminho tinha uma bolha de ar, tinha uma bolha de ar no meio do caminho. Turbulências a dar com pau. Foi comissário quase caindo, menina gritando, eu gritando, menina vomitando (sério!), sem contar o medo. Tipo, medo mesmo, não nervosismo, medão. Mas, como diria aquele cantor que eu nem sei quem é: "Mas tudo passa, tudo paaassa". E após uma visita à cabine do piloto, comecei a enxergar meu medo de avião se esvarir. Lá é tão legal e moderno, que nem tem como temer alguma coisa.

Enfim, demorou mais chegou, e finalmente eu colocava os pés em terras amazonenses. Um abafado vento quente e típico me deu as boas vindas junto com diversos apertos de mão de Coronéis, Tenentes, Capitães e afins. Na tranqüilidade da terra firme, é possível conhecer melhor os universitários que nos acompanham. Todos, além de inteligência, aparentam simpatia, o que alavancam as minhas expectativas. O hotel também cumpre o que promete: TV à cabo, cama quentinha, chuveiro e só. Não precisamos de muito mais que isso. Após um pulo na piscina e um outro cochilo, saí para conhecer o bairro. Aí sim, uma decepção. Tanto o bairro, quanto a cidade têm um aspecto de periferia constante, muita sujeira no ar, desorganização e, principalmente, falta do que fazer. Mas o ócio não continuaria por muito tempo. Às 20h, chega a hora do tão esperado e comentado jantar de recepção.

E que jantar! Comida e bebida à vontade; cadeira marcada com "Sr. Victor"; generais conversando conosco, réles mortais; bandinha e vários outros luxos que você pode tentar imaginar. Sinceramente, eu não sei se merecia tudo isso, mas se tava lá pra mim deveria ter um porquê. O protocolo ficou pra trás e deu lugar a um estampado sorriso no rosto dos veteranos - e no meu também(!). Os milicos são legais, e eu não sabia.

Estou exausto, atravessei o Brasil e vi paradigmas serem quebrados o dia inteiro. Ah, que cansaço gostoso! Ah, que bom que esse é só o primeiro dia.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Cheguei!

Agora já faz mais de 24 horas que cheguei das longínquas terras Amazônicas.
Não, eu não virei churrasco de índio.
Não, eu não peguei doenças estranhas.
E não, eu não sofri na mão dos milicos.
Vim de lá com muitas impressões transformadas e outras recém-formadas - sem contar as milhares de letras para escrever. Afinal, eu havia feito um trato com vocês leitores(as), não é? Aguardem, amanhã começa a odisséia.

sábado, 1 de novembro de 2008

flw vlw

Dentro de 2 dias levanto vôo em direção à Amazônia.
Sim, você leu certo, é pra Amazônia mesmo. Aquele lugar cheio de verde e água, o famoso "pulmão do mundo". Enfim, sábado que vem (dia 7) eu tô de volta e, a partir daí, vou começar (assim espero) uma sessão especial de posts dia-pós-dia sobre minhas aventuras em terras ainda inexploradas.
Não faço a mínima idéia do que me espera ou do que vou encontrar lá. Sei lá, quem sabe eu não me encontro, hein?

PS: Quem quiser acompanhar minhas aventuras, é só clicar aqui!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Eu?

Há pouco tempo atrás, eu tinha plena certeza sobre quem eu era. E o melhor(?)de tudo, é que eu era muito feliz assim. Conseguia me olhar no espelho e sorrir ao olhar para as poucas marcas que a vida deixou em meu semblante. Tal fato, hoje já não é mais possível. Sei lá, uma aura estranha me rodeia. Algo que não me permite sorrir ao olhar meu reflexo. Essa aura, em outras palavras, significa uma auto-estima não tão alta assim.

Agora, querem saber o que é mais curioso nessa baboseira toda? Nos meus momentos de paz interior, eu não carregava nem metade das minhas conquistas embaixo do braço. Vivia dúvidas sobre meu futuro e dúvidas sobre minha carreira. Só que, por algum estranho motivo, eu não tinha dúvida nenhuma sobre quem eu era para mim e para quem estava ao meu redor.

Porém, hoje, como todos já sabem, o cenário não é mais o mesmo. Eu levanto pela manhã uma pessoa e no caminho do trabalho sou outra. Durante minhas oito horas diárias de serviço, me transformo pelo menos três vezes. Antes de ir para a faculdade, paro para ver minha garota e sou outro ser. Chego à faculdade e assumo um personagem até então silencioso dentro de mim e, quando finalmente ponho os pés em casa, já voltei a ser o que era no começo do dia. Não faço a mínima idéia sobre qual desses é o verdadeiro eu. Talvez o verdadeiro esteja espalhado por aí, despedaçado. Como se eu tivesse deixado uma pequena parte de mim em cada um destes Victors. Gostaria de saber quem é o mais legal, o mais querido. Isso se algum deles recebe certa admiração de alguém. Nem sei.

Essa insuportável confusão e constante instabilidade tá me levando a algo pior que qualquer stresszinho. Já não sei mais o que sou. Sei o que quero ser, mas não o que sou. Também não sei mais o que faço. Sei o que posso (e devo) fazer, mas não o que faço. E assim eu vou seguindo. Cada vez pior, cada vez mais confuso, cada vez mais perdido. Não sei bem o que fazer, não sei se tenho alguém pra conversar, nem se posso confiar no que converso sozinho, dia pós dia.

Merda, eu planejei um texto bem mais legal mas não consigo transpor a barreira do medíocre. Bem, deixa pra lá. Cada vez mais me acostumo com o fracasso. Cada movimento que faço me envergonha. Cada atitude que tomo é um prelúdio de uma catástrofe. Cada dia que nasce representa uma nova incerteza e algumas linhas a mais neste "post-desabafo" lamentavelmente ruim. Em suma, eu sou um ingrato. Mas, pior do que ser ingrato, eu sou um ingrato conformado. Assim não vou longe. Mas pelo menos eu sei disso.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Simetria mais que perfeita.



Aproveitando a deixa: não é uma música antiga como a abaixo.
Mas, com toda a certeza, é um dos melhores sons de uma das melhores bandas da atualidade.

A semente 2.0



Saibam que essa música é de meados de 2004, se não me engano.
E ainda assim é uma das canções mais cool já feitas.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Os apaixonados estão ficando pra trás.



Mesmo que tenham deletado todas as versões do clipe, eu simplesmente precisava vir aqui compartilhar isso com quemquer que leia estas linhas. Eles estão de volta, e chegaram pondo meio-mundo abaixo. Por favor, apreciem.

domingo, 28 de setembro de 2008

Hoje meu joelho "trec".

Pois é. Aqui, do ápice de uma das noites mais solitárias da minha existência, meu joelho fez um barulho estranho. Sinal do tempo? Sinal da balança? Sinal de cansaço? Sei lá, não faço idéia. Só sei que isso me fez refletir. Uma reflexão estranha, hei de admitir, mas ainda assim uma reflexão.

Alguém aqui lembra dos bons e velhos 8 anos de idade? Quando, ao babarmos em uma vitrine de loja de brinquedos, escutávamos um chato "Deixa pro natal, filhão!" de nossos pais? Pronto. Na mesma hora, várias reclamações passavam pelas nossas ingênuas e pequenas mentes. "Poxa vida, o natal é muito longe. Não vai chegar nunca". E pior que é. O dia 25 de dezembro não chegava nunca. Eram longos e longos meses de ansiedade, indecisão e sensação de saco cheio. Os minutos pareciam horas, as horas pareciam dias, os dias pareciam meses e assim vai. Sensações chatas, porém inevitáveis para qualquer pequeno chatinho, como eu fui (e sou).

Enfim, os anos foram lentamente se passando e, hoje, a situação é completamente oposta. Agora, horas parecem minutos, dias parecem horas, meses parecem dias e assim continua indo. Frases como "Pra semana que vem, ok?" e "Mês que vem a gente vê isso.", refletem em nossa mente como "Puts, deixa eu correr pra resolver isso porque tá apertado o prazo" ou "Mas já?!".
É foda. É estranho. Mas, assim como aquelas antigas sensações eram inevitáveis, estas também são, mesmo que anos separem tais instantes. Singulares em sua condição, semelhantes em suas conseqüências.

Não sei o porquê dessa mudança repentina. E, honestamente, tenho medo de descobrir o real motivo. Afinal, o tempo é o mesmo e não há razão (nem muito menos explicação) pra ele passar de forma diferente.

Tenho medo de me descobrir um velho precoce. Um cara que deixa a vida passar em vão. Tenho medo de me descobrir aqueles caras que morrem e não deixam nada de legal por essas bandas. Um cara que não fez a diferença. Tenho medo de me descobrir um babaca. Um cara que só sabe reclamar da vida e lembrar ddos supostos bons e antigos dias. Tenho medo. Tenho sono. Tenho nervosismo. Tive calma. Tive disposição. Tive paciência. O que terei, eu nem arrisco palpitar.


Na boa, não sei se o que escrevi aqui faz sentido. Às vezes, é só o resultado de um ócio extremo e uma solidão que beira o insuportável. Mas é sempre bom pensar que, tudo o que eu falo, tem certo teor de razão. Na verdade, eu não quero estar errado ao mesmo tempo que quero estar certo. Puta merda, que confusão. Deixa pra lá. Vou-me-indo-me e deixo tais palavras confusas e com uma pitada de desabafo aqui, ao relento. Eu vou correr pra fazer alguma coisa que me distraia. Corro, porque a vida passa rápido . Corro pelo vicio da pressa. Corro sem nenhum motivo. Corro pra buscar uma explicação para a correria. Corro.

Devaneios publicitários de um não-publicitário.

Antes de retirar as poeiras do meu velho teclado e voltar a escrever neste espaço deserto, só um aviso: fugindo à regra do tema do post, não utilizarei de fotos e derivados na execução deste texto (só um videozinho, pra falar a verdade). Serei só eu, minha imaginação, minha criatividade (cadê?) e... sei lá, meus dedos velozes na digitação. Enfim, vamos lá.

Esse final de semana, em uma rápida conversa com a Mari - que além de ser uma diretora de arte fora de série, é uma pessoa realmente incrível - fiz uma observação igualmente breve, mas que não foi fácil de ser alcançada: os publicitários e o seu mundo particular são pessoas incríveis no sentido mais divertido e delicioso da palavra. Sim, eu assumo de peito aberto, temos (nós RPs) muito a aprender com esses seres criativamente inteligentes.

Confesso antes ter certo "nojinho" dessas figuras tão distintas. Afinal, o esteriótipo já está feito: mesquinhez, muita grana, muitos egos, muitos narizinhos empinados e muitos cabelos brancos que vestem All Star e calça curtinha. Enfim, publicitários são metidos e, principalmente, moderninhos - pelo menos é o que parece.

Apesar dos clichês, dos esteriótipos e da forma moderna (porém fashion) de se vestir, essas pessoas possuem uma característica única e absolutamente encantadora: a forma de pensar.



Pois vejam só: antes de entrar de cabeça nesse mundo, meu mundo era cinza. Não se referindo à tristeza, afinal minha vida sempre foi muito divertida, mas sim à criatividade. Nunca ousei transpor as barreiras do institucional, as barreiras da seriedade fosca, seca e chata. Só o capricho bastava, só a idéinha bastava. Bastou. Pelo menos até eu descobrir, via a publicidade, que podia ir além. E, puts grila, o além é muuuuuuito mais divertido!

Me lembro bem das palavras do Zé em uma "aula" sobre criação publicitária. O cara afirmava: "Depois dessa experiência, nenhuma propaganda será a mesma para você". E não foi (é) mesmo. Não só as propagandas - que agora se transformaram em um amontoado de briefings, conceitos, linhas criativas, etc - como a minha forma de ver o mundo e sua realidade. As cores são mais fortes, as palavras são mais vivas, os movimentos são mais firmes e o ar é mais leve. Resumindo, a propaganda e a sua singular maneira de interpretar e enxergar cada pontinho nesse mundão cada vez menos azul transformou minha forma de ser, pensar e expressar. Para melhor, creio eu.

Enfim, resumindo (bem resumidão, mesmo), o esteriótipo, pra mim, caiu. De uma vez por todas, abri minha cabeça para essas novas descobertas que faço diariamente. E, sinceramente, essa foi uma das coisas mais inteligentes que fiz nos últimos tempos. Espero que eu me mantenha assim, atento. Espero, também, que a profissão de Relações Públicas faça como eu, deixe o orgulho um pouco de lado e abra a cabeça para esse mundo encantador.
O que eu posso fazer - além de me acabar de escrever? É divertido ué!

domingo, 24 de agosto de 2008

Resposta à altura.

Hoje mesmo dei uma postada no blog da agência. Mas o assunto era tão legal, que precisei compartilhar com quemquer que leia este pobre e abandonado blog.
Dêem uma lida, pelo menos!

A Eletronic Arts - EA, maior produtora de games do mundo (não é modo de falar, é a maior mesmo), recebeu uma pequena-grande provocação de um ner… digo, desocup… digo… Ah, um cara que gosta bastante de games e de YouTube.

Após procurar bastante, o bróder encontrou um suposto bug - vulgo glitch - no game de golfe da EA que carrega o nome do já não tão onipresente Tiger Woods.

Antes de qualquer coisa, confiram a provocação do cara.

Bem, de uma coisa ninguém pode discordar: o nome que ele deu pro bug é bacana.
Enfim, após ultrapassar a surpreendente marca das 200 mil visualizações, a EA resolveu responder ao criador da discórdia.

Dêem uma sacada na tal resposta.

Legal, né?
O interessante aqui, além da vídeo-resposta da EA, é perceber a magnitude que esse tal mundo 2.0 tá alcançando.
Afinal, executivos de uma empresa gigantesca, que movimenta bilhões de dólares e milhões de consumidores, tiveram que levantar as poupanças pomposas de seus escritórios mais pomposos ainda e gastar uma boa grana com um dos esportistas mais caros da história e vários outros profissionais (caros).

E tudo isso para quê?
Pra lançar um viral que, por sinal, já ultrapassa as 900 mil visualizações, mas que em breve alcança a casa dos milhões.

Ah, sim! Os resultados!
Além das milhares e milhares de visualizações, o autor da “fabulosa” descoberta recebeu um belo e grande de um owned, pwned, pwon, pwn3d e muitas outras outras formas interneteiras de dizer “Chupa que a cana é doce!”.

Fazer o que, ué!
It’s not a glitch. He’s just that good.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Por essa eu não esperava.

Meus amigos, tive uma agradável surpresa musical essa semana. O Coldplay, considerado por mim como uma banda absolutamente sem sal, chegou mandando bala com o CD novo deles, o Viva La Vida Or Death All His Friends.

Para falar a verdade, eu precisava dar uma boa mudada nos meus "CDs para ouvir no carro". A situação exigia uma mudança, afinal, escutar Meshuggah às 8 da manhã a caminho do trabalho não é lá muito agradável. Eu queria algo mais light e gostosinho, estilo Band Vale mesmo.
O fato de passar despercebido, as boas críticas que havia escutado e a constante execução na MTV me fizeram conferir o material acima ilustrado. Eu não tinha nada a perder, ué.

Ok, então vamos lá. Botei as rodas na Dutra e coloquei o CD pra tocar. Como já disse, eu não esperava nada. Imaginei algo no esquema de tudo o que eles já fizeram antes. Aquelas coisas melosas, arrastadas, chorosas. Aquele nheco nheco todo. Ledo engano meu.
Logo de início, na faixa intro, a Life in Technicolor, fui surpreendido por um instrumental extremamente inteligente e bem executado, seguido mais à frente daqueles coros agradáveis ('OooOOooooooOooOOoOooo'), sabe? E, para minha enorme surpresa , o CD inteiro segue essa linha: inteligente e bem executado.
As músicas são extremamente bem pensadas, com variações interessantes e melodias lindas de se ouvir. O instrumental é criativo e a voz do Chris Martin a.k.a Marido da Gwyneth Paltrow está no tom certo e igualmente agradável. Eles experimentaram, ousaram e acertaram - na maioria das vezes.

O álbum tem algumas faixas de destaque, como a homônima Viva La Vida, o som de trabalho deles Violet Hill, a misteriosa 42 e a empolgante Lovers in Japan/Reign of Love. Mas nada alcança a genialidade da segunda faixa, Cemeteries of London. Esta faixa, em especial, consegue grande destaque em meio a um grande trabalho. Ela é várias em uma só. É épica, violenta, romântica, poderosa, frágil e envolvente. Tudo isso ao mesmo tempo, misturado e batido nos liquidificadores BlendTec. Um usuário comentou o seguinte sobre a música no YouTube: "this song makes me wanna go on a quest", em bom português: está música me faz querer entrar em uma aventura/caçada/cruzada. Eu não podia concordar mais.
Imperdível. Não só a música, como o álbum.


O álbum, entretanto, tem um ponto fraco: a curta duração. São 10 faixas, sendo uma faixa de intro. Pouco mais de 40 minutos é o suficiente para você devorar o álbum. Apesar de que, quando é ruim porque acabou é porque a coisa é boa, não é? Sem contar que o álbum tem um fator replay bem grande. Agrada aos ouvidos cada vez que executado.

No geral, é um álbum inteligente ao mesmo tempo que simples. Consegue atingir com facilidade os mais variados tipos de público. Desde o jovenzinho de 12 anos que começou a assistir MTV agora até aquele cara de 20 e poucos anos que é chato pra cacete e que não acha nada além de Led Zeppelin legal. Não encare esse álbum com pré-conceito como eu. Apesar de que o fator surpresa é bem gostoso.
Viva La Evolución Musical, Coldplay! Viva!

domingo, 13 de julho de 2008

Retiro o que disse.

Retiro o que disse no post de ontem. Sobre meu cansaço me prejudicar nos relacionamentos pessoais.
Um bom domingo de descanso e uma boa conversa sempre dão um jeito em qualquer início de problema.
Amanhã, começa uma nova semana. Vâmo que vâmo que eu tô me acostumando e a vida é boa.
Ah, ainda continuo exausto para postar textos mais elaborados aqui... mas, paciência, uma hora vai.

Como diria o sábio Kanye West: Top of the World, baby! T-Top of the world!

sábado, 12 de julho de 2008

Eu sou um descuidado.

Minha vida anda tão agitada e cansativa que não consigo mais escrever por aqui como costumava. Logo agora que eu tinha pêgo gosto pela coisa.
Assim como não consigo escrever aqui, não consigo mais manter meus relacionamentos pessoais com o mesmo sucesso de antes.
Espero que tenham males que venham para o bem. Espero.
Eu poderia escrever algo melhor, mas, pra variar, estou exausto.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

E assim vai indo...

Segunda semana de trabalho começando.
Primeira semana do curso intensivãosuperrápidocansativo de francês começando.
Golzinho começando a demonstrar sinais de cansaço.

Caramba, tô exausto.

sábado, 28 de junho de 2008

Uma historinha sobre conquista.

Ao começo do ano de 2008, me encontrei um tanto quanto confuso. Ingressava no segundo ano do curso, onde sabia que muita coisa mudaria, e estava desempregado após um ano de estágio na Assessoria de Comunicação da faculdade. Pensei comigo mesmo: "Ó, caramba, o que farei?".
Começava ali uma longa jornada em busca daquela palavrinha do título.


Desde o primeiro ano de faculdade, formulei uma meta pessoal. "Terei uma experiência de estágio por ano", pensei - confiante como um Zeus.
A conquista do primeiro estágio foi baba, superando minhas expectativas, por sinal. Fiz uma prova, uma entrevista e pimba! Lá estava eu, todo metidão pagando de estagiário. Nada me pararia a partir dali... eu acho.
Mas, enfim, como tudo no mundo, um dia o famigerado "primeiro estágio" chegou ao fim. Ainda assim, minha confiança permanecia inabalável. Como diz aquela banda do Tropa de Elite: "Muro de Concreto, ruim de derrubá"!

O mês de março passou rápido: nada.
O mês de abril voou como uma bala: nadinha.
Pisquei e maio já estava no dia 30: cadê?
O ano já entrava na metade e tudo continuava na mesma. Como permanecia? Eu de-sem-pre-ga-do e pobre de marré-marré.

Claro que consegui algumas entrevistas pelo meio do caminho. Umas quatro. Obviamente, nenhuma ligada a minha área. Duas com um salário bacana que cairia muito bem, sim, senhor. Mas, com certeza, nada que me trouxesse realização profissional e pessoal.
Ah, sim, já ia me esquecendo! Não, eu não passei em nenhuma das entrevistas. Foi soco no estômago atrás de soco no estômago e vez ou outra tomando cotovelada na boca, também.

Enfim, chegou o mês de junho (por sinal, foi meu aniversário dia 15) e tudo permanecia em um ritmo acelerado e constante.
Com a mesma velocidade que enviava currículos para diversos lugares, os dias iam se passando - um por um.
Até que, na
segunda-feira, dia 23 de junho, por volta das 18:30hrs, recebi uma ligação. Adivinhem só, eu havia conseguido outra entrevista.
"LEGAL!!!" gritei mentalmente, mas bem menos confiante do que meses atrás, calejado pelas decepções.
Dia 24 lá estava eu, todo arrumadão, pronto para mais um dia daqueles.
Logo de cara, espantei-me com o local. Era grande e bonito, muito bonito, cheio de gente fazendo o que gosta. Eu precisava daquela vaga, mais do que tudo.

Colegas, vocês querem saber como termina a saga de vosso amiguinho?
Serei breve (pelo menos vou tentar), ok?
Foi um longo dia e meio de espera, até que, na sexta-feira, dia 27 de junho, por volta das 16:30, o celular toca. Corri para atender...

(ringtone do Super Mario)
Eu: Alô?
O Entrevistador: Alô? Victor?
E: Isso. Quem gostaria?
OE: Olá, Victor, tudo bom? Aqui é da (já já falo o nome da empresa), tá com um tempo pra falar?
E: C-Claro... (meio gago)
OE: Então, a proposta tá de pé, Victor. Você ainda tem interesse?
E: Sem dúvidas! Sem dúvidas! (animadão)
OE: Que bom! Esteja aqui segunda-feira às nove horas, ok?
E: Estarei aí! Com certeza!
OE: Legal! Até segunda, então!
E: Até!

"Cacete!", pensei. "Eu consegui!", exclamei!

Por favor, permitam-me que eu me apresente, senhores:
Meu nome é Victor Carvalho, tenho 19 anos e estudo Relações Públicas.
Sou estagiário de Redação da Supera Comunicação, integrante do Grupo Mestra - Marketing 360º.
E, novamente, nada - absolutamente nada - é capaz de me parar.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Memória de peixe.

O GamesRadar é um site hilário. Eles podem não ser muito bons quando o assunto é sério, mas uma coisa ninguém pode negar: Eles são os melhores quando o assunto são listas! Dessa vez, os caras listaram os poderes mais ferradões que famosos personagens de games supostamente possuem nas cut-scenes, mas que esqueceram de usá-los quando o jogo é pra valer. Vale à pena conferir a lista aqui!
O destaque fica com esse cara aqui, ó:

O todo-poderoso-onipresente Master Chief da série Halo.

domingo, 15 de junho de 2008

Emprego de A a Z? Quem dera houvessem mais letras no alfabeto.

Sempre que me lembro, dou uma olhada no quadro do Max Gehringer no Fantástico, o "Emprego de A a Z". Também já li alguns textos do livro - bem esclarecedores, pra falar a verdade.
Admiro esse cara. Ele tem uma habilidade interessantíssima: Transmite mensagens óbvias mas que em nós, leigos, causam a reação "Puts grila! Olha que brilhante! Como eu não pensei nisso antes?!?".
Agora, o que fazer quando estes conselhos, aparentemente óbvios, são postos em prática na busca de um emprego mas o resultado é totalmente aquém do esperado?
Pois é... enquanto novas letras não surgem o negócio é continuar a seqüência de decepções. Quem sabe isso não me trará bons frutos em algum momento em algum futuro?
Ah, só pra frisar. Este pequeno texto não é uma crítica ao Max Gehringer ou às publicações do mesmo. Como já disse, admiro o cara, e se ele tem todo esse nome hoje em dia, fez por merecer.


sexta-feira, 13 de junho de 2008

Altos papos.

Vitim diz:
vlw
Victor diz:
flw



PS1: Se você não entendeu, seus problemas se resolverão aqui.
PS2: Sim, a conversa foi só isso.

Fim-de-semana tá aí...

... E eu vou sumir durante ele!
É meu aniversário domingo agora, e irei pra SP comemorar com grandes amigos, em grande estilo.

Até mais ver! :)

domingo, 8 de junho de 2008

A maior satisfação para quem vê prazer em escrever...

Para quem não sabe, eu tenho um artigo publicado no fantástico MundoRP.
O artigo já tem um tempinho, e até lá nunca obtive um feedback de algum leitor.
Porém, há poucos dias, recebi um e-mail MUITO bacana. Quem me escreveu o e-mail foi o formando da Universidade Vale do Rio dos Sinos, Rodrigo Schmidt. Dêem uma sacada na mensagem:

"Olá Victor. Li teu artigo.
Estou me formando agora este semestre em RP pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) aqui no RS.
Parabéns pela intensa vontade de motivar nossos queridos colegas a demonstrarem uma única palavra: PERSEVERANÇA.
Muito bacana mesmo.
Acredito, assim como você que, não há neste mundo profissão melhor do que aquela que se faça com amor, dedicação e vontade.
O dinheiro é a conseqüência do nosso esforço(dedicação). Quando executo minhas ações de Relações Públicas não penso em ganhar "rios" de dinheiro, mas em executar e atingir a eficácia dos meus projetos em comunicação.
As Relações Públicas está vivendo um momento único e promissor em todo o Brasil. Estados(universidade e alunos) estão fazendo e acontencendo através de seminários, palestras, debates, mesas-redonda, workshops, além do que as organizações também estão começando a olhar esta atividade como parte integrante da gestão organizacional.
Ou seja, as universidades(a qual somos construtores) devem formar profissionais de RP como gestores da informação. Penso que, o profissional de RP é um mediador dentro do fluxo da informação, utilizando de seus instrumentos de comunicação como forma de mediar seus públicos mutuamente, buscando a legitimização organizacional.

Grande abraço,

Rodrigo Schmidt
Grupo RBS - Redação RS
Filiada à Rede Globo"


Até imagino o que vocês devem estar imaginando: "Ih, a lá o cara! Mór metido, aí"!
Mas não, isso não é metidez ou mesquinhez da minha parte, colegas. É pura alegria.
Sempre escrevi e sempre escreverei por amor e prazer. Mas quando há um reconhecimento bacana desse, a experiência torna-se ainda mais prazerosa.

sábado, 7 de junho de 2008

Effie Awards = Wii.

O sucesso do Nintendo Wii é mais do que incontestável. E quem concorda com isso são os jurados do Effie Awards. Não vou ficar me prolongando, segue aqui, na íntegra, a notícia dada por quem entende, Brainstorm9:

"Na última quarta-feira a noite em Nova York foram anunciados os vencedores do Effie Awards 2008.

Eu já disse aqui uma vez, mas não custa lembrar: no meio de tantos outros prêmios de prestígio como Clio, One Show e Cannes Lions, porque o Effie é importante? Porque mais do que criatividade e formato, o Effie leva em conta a eficiência das campanhas. Os resultados é que são as estrelas do festival.

E o vencedor do prêmio máximo, o Grand Effie, foi a campanha “Wii Would Like to Play”, criada pela Leo Burnett para o Wii da Nintendo. O júri citou como diferencial o fato de não focarem em um público jovem-adulto masculino, e sim nas famílias. Mães, pais e avós que também podem jogar videogame, convidando uma audiência bem mais ampla para experimentar o Wii.

Wii Effie 2008

A proposta da Leo Burnett concorreu com outros quatro trabalhos: “Media Ambush iPhone Launch” da Anomaly para a Keep A Child Alive, “Ecomagination” da BBDO para GE, “Let It Out” da JWT para Kleenex e “Sirloin vs. Angus” da Secret Weapon Marketing para Jack In The Box.

Acredito que o que vale questionar é a influência da campanha para o Wii na febre em que o console se transformou. Será que ela é a responsável pelo sucesso da Nintendo? Duvido. O Wii é um case de produto diferenciado e bem posicionado aliado a RP, portanto é perigoso fazer parecer que os méritos são meramente publicitários.

Na gravação do Braincast TV na semana passada (em breve no ar), falamos exatamente de como ninguém lembra de ter visto um comercial de Wii. Que eles existem, existem, mas ninguém sabe dizer como são. Relembre aqui."

O Brainstorm9 sempre teve meu total respeito. Agora, após ele(s) afirmarem que o sucesso do Wii não se deve única e exclusivamente à sua campanha pubiclitária e sim à campanha com grande apoio das relações públicas, virei fã do(s) cara(s).

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Mario goes Reloaded.



O que acontece quando Mario e outros grandes nomes da Nintendo (versão SNES) acabam caindo no mundo de Matrix? O resultado é esse vídeo muito bacana aí em cima.
Eu sei que assistir essa quantidade de polígonos brigando por oito minutos é meio cansativo, mas não tinha como deixar passar essa.
O vídeo reúne uma das melhores cenas de ação da história do cinema, com os personagens mais carismáticos da história dos games (por sinal, o Mario dá um banho no babaca do Keanu Reeves). Reafirmo, não tem como deixar passar.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Ando meio distante...

... Mas é por um bom motivo! O 10º Café União terminou sábado, e foi um sucesso estrondoso.
Porém, quando você acha que vai poder respirar, começa tudo de novo. Tô responsável por três matérias no Paradigma, e o deadline pra entrega dos bonecos é quinta-feira.
E quem sofre com tudo isso? Meu querido blog, é claro. :(
Não tem problema, assim que houver uma brecha - ou um texto/notícia bacana, dou as caras por aqui.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Os 10 melhores / Os 10 piores.

Estava eu dando uma olhada no GamesRadar, quando me deparei com isso.
São os 10 melhores personagens dos games, e os 10 piores personagens dos games. Obviamente isso não é nada oficial, é somente a opinião dos redatores do site, mas é bem bacana!
Destaque para o 7º melhor...

... e pro 3º pior.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Os virais.



Essa parada muito legal acima foi encontrada no Brainstorm #9.
Não gosto de Weezer, e pra falar a verdade, também não gosto dessa música.
Mas, puts, esse vídeo é genial! Os caras reuniram muitas das grandes celebridades online do mundo ao longo de seus três minutos e pouquinho. Destaque para o Afroninja, pro Chipmunk, pro(a?) Britney Spears Fan e pro Gordinho Numa-Numa.
Façam o favor de assisti-lo.

PS: O "virais" no título diz respeito ao termo "marketing viral", bem na moda no mundo da comunicação - especialmente no meio publicitário. Não vou explicar o que é "marketing viral". Como diria aquele cara gay do Pânico na TV: "Joga no Google, bem!"

domingo, 25 de maio de 2008

Spielberg e seus blocos.

É isso aí! Você não leu errado! Lá em cima está escrito Spielberg - em português, Ispíuberg.
O grande diretor mostra novamente sua genialidade e transforma a ingênua e monótona brincadeira de blocos em uma longa série de empolgantes e divertidos puzzles (ou, quebra-cabeças, na linguagem não-gamer).
A idéia de Boom Blox é simples: você tem um cenário (por exemplo, uma vaca em cima de uma pilha de blocos) e você tem que realizar uma determinada tarefa em cima deste cenário (puxar a maior quantidade de blocos possíveis sem deixar a vaca cair). Tudo isso utilizando, em sua totalidade, as diversas funções do Wiiremote.
Como muitas coisas que eu tento descrever aqui, esta é uma atividade indescritível. Felizmente, dessa vez, eu posso ilustrar perfeitamente como tudo funciona com esse vídeo bacanão!

Que o cara é gênio todo mundo sabe, mas um desafio à sua genialidade como esse caiu muitíssimo bem!

Tem coisas que nunca ficam ruins... (2)

Mantendo a estirpe do post anterior, venho aqui falar de outra banda que andava sumida na minha playlist: Atreyu. O nome traz divergências. Divergências recentes, porém ainda divergentes (eeeer!). Mas as tais divergências não são para menos, a banda mudou - e muito!
A banda consagrou-se pelo seu estilo um pouco mais agressivo, porém melódico e super agradável aos ouvidos. Eles nasceram deste padrão, mesmo que não fosse a sonoridade que os mesmos gostariam de alcançar. Entretanto, desde seu penúltimo álbum (o razoável "A Death Crip On Yesterday") a já pouca agressividade dava, cada vez mais, lugar à melosidade. Fato consumado no último play que aparece aí do lado: "Lead Sails Paper Anchors".
A reação, pelo menos em terras brasucas, não foi nada boa. Mas isso não se deve pela qualidade do material (que é muita) mas sim pelo público que a banda alcançou, formado, em sua grande maioria, por garotos sensíveis wannabe metal. Se serve de consolo para a banda, para mim, posições como estas são absolutamente descartáveis.
A verdade é (verdade leia-se: minha humilde e modesta opinião) que este último álbum tem qualidade de sobra, ao longo de suas 11 faixas - tirando a fraquíssimamentefraca "Becoming the Bull".
Eles mantiveram os deliciosamentegrudentos refrões, levados pela belíssima voz do baterista, sabiamente destacada no álbum; suavizaram as tentativas frustradas de parecer "metal pesado" e, o mais importante de tudo, seguiram seus instintos musicais e foram verdadeiros.
No geral, é um álbum feito para quem fez como a banda: evoluiu, não só musicalmente, como intelectualmente. É lindo, divertido, grudento, alegre, marcante etc, etc, etc. Estou bem feliz de adicioná-lo novamente à minha playlist.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Tem coisas que nunca ficam ruins...

Não é?!?!
Essa semana, depois de um bom tempo escutando, única e exclusivamente, metal, resolvi relaxar voltando da faculdade e coloquei o "The Sufferer & The Witness" do Rise Against pra tocar no carro. Pimba! O prazer que tive em ouvir o play foi idêntico à primeira vez que coloquei-o pra tocar no Winamp - e olha que isso faz um tempo! O álbum data de 2006, e eu dei uma escutada nele pela última vez em meados de dezembro de 2007. Nesse momento me veio um estalo. Pensei "poooxa, são poucas as bandas que têm a capacidade de criar um material que resiste às barreiras do tempo."! Vocês concordam comigo, não é? Principalmente em tempos de extrema generacidade musical (cara, essa expressão nem existe), encontrar uma banda com talento e dedicação para presentear-nos com tanta qualidade musical assim é raro. Nunca fui muito fã de hardcore melódico. Nunca liguei pra No Fun at All, Lagwagon, NOFX, Pennywise etc, etc, etc. Mas afirmo de peito cheio e de ouvidos satisfeitos: Rise Against é, disparado, uma das melhores bandas da atualidade.

Online.

Parafraseando o Purified in Blood (ver post "Great News!"):
"So now the people your parents warned you about is ready to yet again claim their throne. If you’re ready for a ride to hell, please buckle up!!"
Resumindo... estou de volta! À noite apareço aqui com pelo menos um post novinho em folha!

Cara... eu nem sei porque faço esses posts tipo "estou de volta!". Provavelmente ninguém vai ver isso aqui. Provavelmente ninguém veja meu blog nos próximos dias/semanas/anos. Fazer o que se eu peguei gosto pela coisa...

sábado, 17 de maio de 2008

Offline.

Faz um tempo que não dou as caras por aqui. Não é pra menos, estou sem internet.
Em tempo, fiquem ligados no blog do Décimo Café União e deêm uma sacada no cabeçalho muito bacana que o Vítor me deu de presente.
Legal pra caramba, né?

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Great news!

Great news, não! Amazing news! A banda responsável pelo melhor e mais competente álbum de 2006, Purified In Blood, está de volta! Sim, sim, sim!!! Depois de um lamentável rompimento, no auge do sucesso, no começo de 2007, esses vegans doidões estão de volta. Essa empolgação toda vem graças ao MySpace da banda, que continha a célebre palavra "ressurected", seguida de uma foto de todos eles unidos em uma caminhadinha na praia. Agora o negócio é esperar (pouco de preferência) e torcer (muito de preferência) para que tenhamos mais notícias - ou quem sabe um som novo - o mais breve possível!
Cara, isso é muito legal, puxa vida!!!

Som novo do Misery Signals.

O Misery Signals, uma das bandas com mais competência no quesito "melodia", na minha opinião, tá com dois sons novos na praça. Os caras postaram os dois sons no MySpace da banda - como se isso fosse algo muito diferente. O álbum novo deles, intitulado "Controller" tá pra sair no dia 22 de julho. Até lá, fica a ansiosidade para conhecer o trampo novo dos bróderes. O que é muito claro, seja nessas duas faixas novas, seja no último álbum, o "Mirrors", é que eles, definitivamente, adicionaram mais peso à sua fórmula harmoniosa e cheia de agradáveis melodias. Isso tudo depois da saída do antigo vocalista, que gravou o melhor trampo deles até hoje, o "Of Malice and the Magnum Heart".
Na boa, o Misery já não vem suprindo minhas expectativas desde o OMatMH, e eu não tô apostando minhas fichas nesse play novo, não. Espero que eu esteja errado. Espero mesmo.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Inacreditavelmente genial.

Todos já ouviram falar do famoso disco dos doidões do Led Zeppelin. Aquele que tocava em perfeita sincronia com o filme - igualmente doidão, intitulado "O Mágico de Oz", certo?
Então, apague tal memória da sua cabeça, os próximos 11 minutos do vídeo abaixo vieram para demolir qualquer teoria de conspiração besta do tipo.
É simplesmente o "custom map" mais genial que eu já vi em toda a minha existência nerd. O doidão(ona) fez uma fase customizada do magnífico Super Mario World. Até aí, tudo bem, é mais uma fase naquele estilo "não mova o Mario, a fase o leva até o final" - e olha que isso é difícil pacas de fazer! Agora, o "problema" foi que, além de ele(ela) criar uma fase com 11 (ONZE!!!) minutos de duração, a fase INTEIRA é em completa sincronia com a música de fundo. Completa, completa MESMO. TODOS os momentos são ABSOLUTAMENTE sincronizados. Podem parecer muitas exclamações e capslocadas, mas isso é pouco comparado com o monstruoso absurdo de 11 minutos criado por essa mente doentia.
Veja essa maravilhosa palhaçada aqui, e encante-se como eu me encantei.

Novo hit.

Navegando no já absurdamente conhecido, Kibeloco, encontrei o novo hit da internet, digno de funks e afins. Deixa eu me antecipar, vai que eu sou 'googlezeado' antes da enorme horda de bloggers brasucas.


"Chitãozinho e Xororó, pô!"

Detalhe para a musiquinha do Mario rolando no início do vídeo. Com certeza esse cara é legal - o da câmera, não o doidão.

sábado, 3 de maio de 2008

Sumonando o Trovão!


Esse ano vem carecendo de ótimos lançamentos. Até agora tem o obZen do Meshuggah e o... não, só isso mesmo. Em um ano que não vai indo muito bem - até o momento, o que resta é escutar algumas ótimas novidades que apareceram no finalzinho de 2007, quase 2008. Tirando o "Nocturnal" do The Black Dahlia Murder que é algo absurdo, o "Summon in Thunder" do(a) Himsa (puta nome legal, esse!) me surpreendeu bastante esse ano. Digo esse ano porque só descobri essa pérola há um mês.
Bem, os caras do Himsa sempre mandaram benzinho. Porém, nadavam no oceano de inúmeras bandas que tiram o mesmo tipo de som, com as mesmas características. Vinha sendo sempre assim: umas melodias aqui, uma acelerada aqui, uma parada estratégica acolá.
Agora, o que esperar do SiT? Caras, afirmo que eles não revolucionaram nada! Mas, calma lá, isso não significa porcaria! Pelo contrário! Souberam aproveitar bem a nova onda de mulecada- caótica-sompesadinho-cabelinho-roupinhajusta, mantiveram seu som tradicional, elevaram a qualidade técnica ao extremo e, tcharam, conseguiram se destacar no meio da maldita mesmice.
O álbum todo é cheio de melodias, vocais extremamente fortes (urros, muitas vezes), uma bateria vezes pacífica, vezes agressiva e trechos muito - mas muito - grudentos. Sabe quando você fica voltando no Winamp naquele segundo daquele riff de guitarra? Então, toda santa música tem pelo menos um trecho assim.
Pra começar, nada de intros nesse álbum - finalmente! A "intro" por assim dizer, faz parte da primeira (e violenta) "Reinventing the Nose". A faixa é meio estranha, de uma maneira agradável. Ela é rápida e eficiente a maior parte do tempo, mas a guitarra, aparentemente, não acompanha, com umas palhetadas meio Catacumbas do Egito, saca? Nada que ofusque o brilho desse começo.
Mal acaba a Reinventing e PIMBA(!) começa "Haunter" com seu urro desesperador. Aqui é absolutamente perceptível a harmonia entre os dois bróderes guitarristas, mas nada de muito destaque no resto da faixa. Do álbum todo, uma das que passa batido mais fácil.
"Big Timber" começa de maneira interessante - e mantém-se assim até o fim da faixa! Também pudera, é a faixa de trabalho dos caras. Aqui, na minha opinião, o toque de gênio vem na bateria, especialmente no trabalho nos pedais. Mas, mais legal do que qualquer coisa nessa música, é o vídeo dela. Um dos vídeos mais geniais e divertidos que eu já assisti. Enfim, excelente faixa. A coisa agora começa a esquentar de vez.
Chega "Given It to the Taking", uma das faixas top do álbum. A música toda é composta de toques de gênio - daquelas que fazem com que você se encontre cantarolando sem nem perceber. O destaque, porém, fica pro minuto final da faixa. Uma das "reviravoltas musicais" mais impressionantes que eu já ouvi.
Depois da violência, vem a calmaria (tem um ditado parecido com essa frase, mas eu esqueci). Começa "Skinwalkers" com seu "jeito instrumental de ser". Também pudera, o destaque, nessa faixa, fica com a instrumental, impecável do começo ao fim - e indescritível, também. Só ouvindo para realmente sacar a mágica.
"Curseworship" fala por si só. Um nome ótimo para uma música melhor ainda. Guitarras em duelo do começo ao fim e palhetadas estilo cena de filme de ação, saca? Eu sei que ninguém vai entender, mas putz, tá difícil descrever esses trechos. São épicos demais.
"Hook as Hands" começa promissora, como se dissesse "destruirei tudo em minha frente". Mas, infelizmente, não agüenta o tranco muito bem. O vocal chorado ("a vision of hoorr-ooOOoo-oo-r") cansa facimentel, e os caras insistiram e repetir o trecho umas duas vezes, pelo menos. O bacana aqui é o final, pra falar a verdade. Um urro digno de lobisomem uivando pro luar. Foda.
"Ruin Then" é a faixa que mais me deixou em dúvidas no álbum todo. Ela tem trechos muito bons, acompanhados de trechos muito fracos e absolutamente cansativos. Apesar dos pesares, definitivamente vale à pena escutar, principalmente pelos tais trechos muito bons.
"Den of Infamy" é uma faixa, praticamente, instrumental-pausapradescansar. Mas, na verdade, é uma das mais lindas - lindas de linda mesmo, bonita - do álbum todo. Sua guitarra é potente e, com o perdão do melodrama, toca o coração com uma ternura absurda. Mas, pouco depois de sua metade, entra o vocal urrado e prolongado, característica forte do álbum. Curiosidade: aparentemente, há uma participação especial RIDICULARMENTE potente aqui. Os berros finais são praticamente berros de robôs enraivecidos cujo o único objetivo é matar - hasta la vista, baby!
Puts! Mal acaba a Infamy e já vem a mais thrash-tironacara do álbum. "Unleash Carnage" vem como um soco na boca do estômago. Seu inicial grito ensurdecedor nos dá um gosto da potência que durará pelos próximos 2 minutos e 2 - cravados! Assim como Big Timber, Unleash Carnage tem um vídeo muito bacana, vale conferir!
Fechando com chave-de-ouro essa ótima surpresa do Himsa, temos a homônima "Summon in Thunder". Ela é puro metal do começo ao fim: forte, técnica, rápida e grudenta. Uma das mais bacanas do álbum, com tranqüilidade.
Enfim, Summon in Thunder é um álbum na medida certa: não é longo demais, nem curto demais; não é melódico demais, nem melódico de menos; não exagera nos refrões e partes grudentas, porém não deixa elas de fora nos momentos adequados.
É um álbum difícil de descrever, por ser um álbum único. Há quem diga que já ouviu milhares de coisas - novas - parecidas com o SiT. Mas, não importa, o Himsa, finalmente, alcançou o destaque técnico-criativo que vinha buscando há um tempo. O melhor deles e, tranqüilamente, um dos três melhores de 2007. Ouçam-no, por favor.

sábado, 26 de abril de 2008

O poder de surpreender.

Um sábado ocioso, um restinho de dinheiro na carteira, um Golzinho Mil com meio tanque de gasolina e uma cidade próxima com um cinema bacana. Um cenário normal para um casal de jovens namorados. "Vamos ver a comédia romântica!" eu disse. "É, parece bonitinha, vamos sim!", respondeu Bia.
Comédiazinha romântica, né? Sei! Essa situação toda resultou na maior surpresa cinematográfica, até o momento, em 2008.
O filme tinha tudo para ser, numa primeira impressão, uma daquelas comédiazinhas românticas genéricas que o Ashton Kutcher vive fazendo. Um nome bonitinho e moderno, um casal idem, um passeio pela cidade mais romântica do mundo, familiares engraçados etc e tal. Alguém aí pensaria diferente? Não adianta dizer que não porque eu sei que sim - pergunta retórica é tão legal, hehe. E olha que eu li a sinopse!
Pra falar a verdade, não tenho nada contra as tais comédias românticas. Acho elas uma das melhores formas de se divertir e relaxar em um cinema. Mas, confesso, não achei nada mal mesmo a surpresa que eu tive na tarde de hoje. Pra facilitar um pouco o entendimento da estória do filme, segue aqui uma sinopse feita pelo epipoca do UOL.
Como eu já disse várias vezes, o filme foi uma grande surpresa. Surpresas no estilo "ame ou odeie", tanto que, ao fim da seção, metade da sala (que não estava nada cheia) saiu elogiando e enaltecendo os pontos altos do filme, enquanto a outra metade saiu reclamando ou limpando a baba no canto do rosto amassado pela soneca.
O filme mistura muitos toques de cultura cult, pop, underground, 2.0 e outros nomes que se dão para todas aquelas coisas que são bem conhecidas e comentadas entre os jovens modernos e de boa vida. Temos um bando de artistas malucos, de vanguarda, e muito tarados, um pai e uma mãe igualmente tarados (a mãe até teve um affair com o Jim Morrison!), um militante - gay - vegan que explode uma lanchonete, balões amarrados em paus, uma fotógrafa parcialmente cega, um paranóico-alérgico-designerdeinteriores-lixotatuado etc, etc, etc... Ah, só pra lembrar, os dois últimos são os principais protagonistas do filme!
Enfim, o que parecia ser mais um enlatado americano transformou-se numa gostosa e hilária comédia com toques europeus, claro. Por falar em 'comédia européia' filmes muito bacanas têm surgido por aquelas bandas, e não me refiro só aos cults.
Muitos questionaram e questionarão ser um drama. Acredito que seja pelo perfil imprevisível dos protagonistas, as brigas freqüentes e o ambiente escuro e frio em que se passa o filme. Eu até concordo haver leves pitadas dramáticas (vide acima), mas, sem a mínima sombra de dúvida, os momentos 'HAHAHAHAHA' acontecem com bem mais freqüência que os momentos 'pooooxa...'. Pra falar a verdade, eu até me questionei a categoria do filme em alguns momentos. Mas a minha torcida para que eles se entendessem e a alegria em ver que deu tudo certo, rapidamente, eliminavam estas questões da minha cachola.
Vá assisti-lo e divirta-se! Só não vá com muitas expectativas - sério! Mas não digo isso pela falta de qualidade. A falta de expectativa e a surpresa só tornarão a experiência mais deliciosa ainda.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Humor Non-sense, pura idiotice, baita falta do que fazer ou genialidade?

Eu fico com a última! Faz MUITO tempo que um blog não me diverte tanto. Na verdade, não lembro do último site que me fez rir tanto quanto esse blog. Do que eu falo? Cersibon, caras!11111!!111/;1;!! Ops...
Enfim, a parada se resume em tirinhas super mal-feitas, com piadas sem sentido e vocabulário praticamente ilegível, quer dizer, dá pra ler, mas rola um esforcinho no meio do caminho. Mas o negócio é ridicularmente engraçado e viciante, acompanhado de uma grande freqüência de posts, é sucesso na certa!
Para a tristeza dos undergrounders de plantão, o blog já tá virando fenômeno, com matérias no Estadão e tudo mais! O cara até pagou de famoso e deu entrevista no próprio jornal! No Orkut a comunidade não pára de crescer. No mundo dos blogs, não param de aparecer "inspirações", como o recém descoberto por mim, pornibon. Por falar em blogs inspirados e fãs que não se contentam em "ler" as tirinhas e decidem produzir as própria, foi criado pelo Sr. Cersibon(?) o cersifan. Tem muita coisa engraçada por lá. E por falar - de novo, em cersibon-makers, preciso mostrar essa parada que o Edu fez!



Cara, isso é demais! É mais do que comprovado de que ler os cersibons dá uma vontade absurda de criar seu próprio cersibon. Eu não sei você, mas sempre que pinta uma idéia eu tento cersibonizá-la para o paint. Sem sucesso até agora.
Ah! Faltou o link para a matriz de tudo isso, né? http://www.cersibon.blogspot.com/

mtok lgkl ne glaere!1//////?~] vlwwwwwww

domingo, 20 de abril de 2008

Levante-se e faça-me rir!

Alguém aí já ouviu falar em "Stand-up Comedy", ou algo do tipo? Talvez sim (afinal, o hype tem sido grande), mas quem nunca ouviu falar, o seguinte nome deve explicar mais ou menos como funciona a coisa: Jerry Seinfield.
Enfim, meu objetivo aqui não é descrever como funciona a parada (os vídeos falarão por si), mas sim enaltecer o qual fodão de legal isso é. Sempre sonhei em assistir um verdadeiro baile de comédia como os espetáculos dos grupos que realizam tal atividade. Mas, enquanto este sonho não se concretiza, hei de me satisfazer com o santo youtube.
Cara, são muuuuitos vídeos. Alguns com qualidade excepcional, outros de câmerazinha digital e outros de celular. Linkarei aqui alguns dos users que mais postaram vídeos do grupo "Comédia em Pé" e do espetáculo de improvisação "Zenas Emprovisadas", este que conta com grandes nomes da atual comédia nacional, como Fernando Caruso (que também destrói no Comédia em Pé), Marcelo Adnet e outros. AQUI tem bastante coisa do Zenas, e AQUI bastante coisa do em Pé.
Meu sonho, porém, não consiste somente em assistir esses shows de comédia, mas sim, quem sabe um dia, fazer um pouco de stand-up comedy. Sei lá se sou engraçado o suficiente, mas isso não importa, tá no meu bucket list (por sinal, que filme lindo...). Quem sabe um dia não linko aqui algum videozinho meu fazendo stand-up, hein, hein... HEIN?!?! Ah, eu sou legal vai... eu sei que sou.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Ótimas opiniões e idéias de quem entende da coisa.

Navegando no espetacular RPalavreando, encontrei trechos de um evento já passado que eu nem cheguei a ouvir falar - infelizmente. Foi o encontro Agenda do Futuro, que reuniu (grandes) profissionais de marketing e comunicação debatendo sobre as novas tendências de ambas as áreas.
Assistam aqui um compacto (muito bem feito por sinal) com os melhores momentos do encontro. Vale ressaltar que tudo isso que foi falado aqui, não é só indicado para estudantes/profissionais de comunicação. Qualquer pessoa que tenha, nem que seja um pouquinho - bem pouquinho, de alma empreendedora deveria aprender novos conceitos tão importantes no atual mundo empresarial.