Ao começo do ano de 2008, me encontrei um tanto quanto confuso. Ingressava no segundo ano do curso, onde sabia que muita coisa mudaria, e estava desempregado após um ano de estágio na Assessoria de Comunicação da faculdade. Pensei comigo mesmo: "Ó, caramba, o que farei?".
Começava ali uma longa jornada em busca daquela palavrinha do título.
Desde o primeiro ano de faculdade, formulei uma meta pessoal. "Terei uma experiência de estágio por ano", pensei - confiante como um Zeus.
A conquista do primeiro estágio foi baba, superando minhas expectativas, por sinal. Fiz uma prova, uma entrevista e pimba! Lá estava eu, todo metidão pagando de estagiário. Nada me pararia a partir dali... eu acho.
Mas, enfim, como tudo no mundo, um dia o famigerado "primeiro estágio" chegou ao fim. Ainda assim, minha confiança permanecia inabalável. Como diz aquela banda do Tropa de Elite: "Muro de Concreto, ruim de derrubá"!
O mês de março passou rápido: nada.
O mês de abril voou como uma bala: nadinha.
Pisquei e maio já estava no dia 30: cadê?
O ano já entrava na metade e tudo continuava na mesma. Como permanecia? Eu de-sem-pre-ga-do e pobre de marré-marré.
Claro que consegui algumas entrevistas pelo meio do caminho. Umas quatro. Obviamente, nenhuma ligada a minha área. Duas com um salário bacana que cairia muito bem, sim, senhor. Mas, com certeza, nada que me trouxesse realização profissional e pessoal.
Ah, sim, já ia me esquecendo! Não, eu não passei em nenhuma das entrevistas. Foi soco no estômago atrás de soco no estômago e vez ou outra tomando cotovelada na boca, também.
Enfim, chegou o mês de junho (por sinal, foi meu aniversário dia 15) e tudo permanecia em um ritmo acelerado e constante.
Com a mesma velocidade que enviava currículos para diversos lugares, os dias iam se passando - um por um.
Até que, na segunda-feira, dia 23 de junho, por volta das 18:30hrs, recebi uma ligação. Adivinhem só, eu havia conseguido outra entrevista.
"LEGAL!!!" gritei mentalmente, mas bem menos confiante do que meses atrás, calejado pelas decepções.
Dia 24 lá estava eu, todo arrumadão, pronto para mais um dia daqueles.
Logo de cara, espantei-me com o local. Era grande e bonito, muito bonito, cheio de gente fazendo o que gosta. Eu precisava daquela vaga, mais do que tudo.
Colegas, vocês querem saber como termina a saga de vosso amiguinho?
Serei breve (pelo menos vou tentar), ok?
Foi um longo dia e meio de espera, até que, na sexta-feira, dia 27 de junho, por volta das 16:30, o celular toca. Corri para atender...
(ringtone do Super Mario)
Eu: Alô?
O Entrevistador: Alô? Victor?
E: Isso. Quem gostaria?
OE: Olá, Victor, tudo bom? Aqui é da (já já falo o nome da empresa), tá com um tempo pra falar?
E: C-Claro... (meio gago)
OE: Então, a proposta tá de pé, Victor. Você ainda tem interesse?
E: Sem dúvidas! Sem dúvidas! (animadão)
OE: Que bom! Esteja aqui segunda-feira às nove horas, ok?
E: Estarei aí! Com certeza!
OE: Legal! Até segunda, então!
E: Até!
"Cacete!", pensei. "Eu consegui!", exclamei!
Por favor, permitam-me que eu me apresente, senhores:
Meu nome é Victor Carvalho, tenho 19 anos e estudo Relações Públicas.
Sou estagiário de Redação da Supera Comunicação, integrante do Grupo Mestra - Marketing 360º.
E, novamente, nada - absolutamente nada - é capaz de me parar.
Começava ali uma longa jornada em busca daquela palavrinha do título.
Desde o primeiro ano de faculdade, formulei uma meta pessoal. "Terei uma experiência de estágio por ano", pensei - confiante como um Zeus.
A conquista do primeiro estágio foi baba, superando minhas expectativas, por sinal. Fiz uma prova, uma entrevista e pimba! Lá estava eu, todo metidão pagando de estagiário. Nada me pararia a partir dali... eu acho.
Mas, enfim, como tudo no mundo, um dia o famigerado "primeiro estágio" chegou ao fim. Ainda assim, minha confiança permanecia inabalável. Como diz aquela banda do Tropa de Elite: "Muro de Concreto, ruim de derrubá"!
O mês de março passou rápido: nada.
O mês de abril voou como uma bala: nadinha.
Pisquei e maio já estava no dia 30: cadê?
O ano já entrava na metade e tudo continuava na mesma. Como permanecia? Eu de-sem-pre-ga-do e pobre de marré-marré.
Claro que consegui algumas entrevistas pelo meio do caminho. Umas quatro. Obviamente, nenhuma ligada a minha área. Duas com um salário bacana que cairia muito bem, sim, senhor. Mas, com certeza, nada que me trouxesse realização profissional e pessoal.
Ah, sim, já ia me esquecendo! Não, eu não passei em nenhuma das entrevistas. Foi soco no estômago atrás de soco no estômago e vez ou outra tomando cotovelada na boca, também.
Enfim, chegou o mês de junho (por sinal, foi meu aniversário dia 15) e tudo permanecia em um ritmo acelerado e constante.
Com a mesma velocidade que enviava currículos para diversos lugares, os dias iam se passando - um por um.
Até que, na segunda-feira, dia 23 de junho, por volta das 18:30hrs, recebi uma ligação. Adivinhem só, eu havia conseguido outra entrevista.
"LEGAL!!!" gritei mentalmente, mas bem menos confiante do que meses atrás, calejado pelas decepções.
Dia 24 lá estava eu, todo arrumadão, pronto para mais um dia daqueles.
Logo de cara, espantei-me com o local. Era grande e bonito, muito bonito, cheio de gente fazendo o que gosta. Eu precisava daquela vaga, mais do que tudo.
Colegas, vocês querem saber como termina a saga de vosso amiguinho?
Serei breve (pelo menos vou tentar), ok?
Foi um longo dia e meio de espera, até que, na sexta-feira, dia 27 de junho, por volta das 16:30, o celular toca. Corri para atender...
(ringtone do Super Mario)
Eu: Alô?
O Entrevistador: Alô? Victor?
E: Isso. Quem gostaria?
OE: Olá, Victor, tudo bom? Aqui é da (já já falo o nome da empresa), tá com um tempo pra falar?
E: C-Claro... (meio gago)
OE: Então, a proposta tá de pé, Victor. Você ainda tem interesse?
E: Sem dúvidas! Sem dúvidas! (animadão)
OE: Que bom! Esteja aqui segunda-feira às nove horas, ok?
E: Estarei aí! Com certeza!
OE: Legal! Até segunda, então!
E: Até!
"Cacete!", pensei. "Eu consegui!", exclamei!
Por favor, permitam-me que eu me apresente, senhores:
Meu nome é Victor Carvalho, tenho 19 anos e estudo Relações Públicas.
Sou estagiário de Redação da Supera Comunicação, integrante do Grupo Mestra - Marketing 360º.
E, novamente, nada - absolutamente nada - é capaz de me parar.

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