Um sábado ocioso, um restinho de dinheiro na carteira, um Golzinho Mil com meio tanque de gasolina e uma cidade próxima com um cinema bacana. Um cenário normal para um casal de jovens namorados. "Vamos ver a comédia romântica!" eu disse. "É, parece bonitinha, vamos sim!", respondeu Bia.
Comédiazinha romântica, né? Sei! Essa situação toda resultou na maior surpresa cinematográfica, até o momento, em 2008.
O filme tinha tudo para ser, numa primeira impressão, uma daquelas comédiazinhas românticas genéricas que o Ashton Kutcher vive fazendo. Um nome bonitinho e moderno, um casal idem, um passeio pela cidade mais romântica do mundo, familiares engraçados etc e tal. Alguém aí pensaria diferente? Não adianta dizer que não porque eu sei que sim - pergunta retórica é tão legal, hehe. E olha que eu li a sinopse!
Pra falar a verdade, não tenho nada contra as tais comédias românticas. Acho elas uma das melhores formas de se divertir e relaxar em um cinema. Mas, confesso, não achei nada mal mesmo a surpresa que eu tive na tarde de hoje. Pra facilitar um pouco o entendimento da estória do filme, segue aqui uma sinopse feita pelo epipoca do UOL.
Como eu já disse várias vezes, o filme foi uma grande surpresa. Surpresas no estilo "ame ou odeie", tanto que, ao fim da seção, metade da sala (que não estava nada cheia) saiu elogiando e enaltecendo os pontos altos do filme, enquanto a outra metade saiu reclamando ou limpando a baba no canto do rosto amassado pela soneca.
O filme mistura muitos toques de cultura cult, pop, underground, 2.0 e outros nomes que se dão para todas aquelas coisas que são bem conhecidas e comentadas entre os jovens modernos e de boa vida. Temos um bando de artistas malucos, de vanguarda, e muito tarados, um pai e uma mãe igualmente tarados (a mãe até teve um affair com o Jim Morrison!), um militante - gay - vegan que explode uma lanchonete, balões amarrados em paus, uma fotógrafa parcialmente cega, um paranóico-alérgico-designerdeinteriores-lixotatuado etc, etc, etc... Ah, só pra lembrar, os dois últimos são os principais protagonistas do filme!
Enfim, o que parecia ser mais um enlatado americano transformou-se numa gostosa e hilária comédia com toques europeus, claro. Por falar em 'comédia européia' filmes muito bacanas têm surgido por aquelas bandas, e não me refiro só aos cults.
Muitos questionaram e questionarão ser um drama. Acredito que seja pelo perfil imprevisível dos protagonistas, as brigas freqüentes e o ambiente escuro e frio em que se passa o filme. Eu até concordo haver leves pitadas dramáticas (vide acima), mas, sem a mínima sombra de dúvida, os momentos 'HAHAHAHAHA' acontecem com bem mais freqüência que os momentos 'pooooxa...'. Pra falar a verdade, eu até me questionei a categoria do filme em alguns momentos. Mas a minha torcida para que eles se entendessem e a alegria em ver que deu tudo certo, rapidamente, eliminavam estas questões da minha cachola.
Vá assisti-lo e divirta-se! Só não vá com muitas expectativas - sério! Mas não digo isso pela falta de qualidade. A falta de expectativa e a surpresa só tornarão a experiência mais deliciosa ainda.
Comédiazinha romântica, né? Sei! Essa situação toda resultou na maior surpresa cinematográfica, até o momento, em 2008.
O filme tinha tudo para ser, numa primeira impressão, uma daquelas comédiazinhas românticas genéricas que o Ashton Kutcher vive fazendo. Um nome bonitinho e moderno, um casal idem, um passeio pela cidade mais romântica do mundo, familiares engraçados etc e tal. Alguém aí pensaria diferente? Não adianta dizer que não porque eu sei que sim - pergunta retórica é tão legal, hehe. E olha que eu li a sinopse!
Pra falar a verdade, não tenho nada contra as tais comédias românticas. Acho elas uma das melhores formas de se divertir e relaxar em um cinema. Mas, confesso, não achei nada mal mesmo a surpresa que eu tive na tarde de hoje. Pra facilitar um pouco o entendimento da estória do filme, segue aqui uma sinopse feita pelo epipoca do UOL.
Como eu já disse várias vezes, o filme foi uma grande surpresa. Surpresas no estilo "ame ou odeie", tanto que, ao fim da seção, metade da sala (que não estava nada cheia) saiu elogiando e enaltecendo os pontos altos do filme, enquanto a outra metade saiu reclamando ou limpando a baba no canto do rosto amassado pela soneca.
O filme mistura muitos toques de cultura cult, pop, underground, 2.0 e outros nomes que se dão para todas aquelas coisas que são bem conhecidas e comentadas entre os jovens modernos e de boa vida. Temos um bando de artistas malucos, de vanguarda, e muito tarados, um pai e uma mãe igualmente tarados (a mãe até teve um affair com o Jim Morrison!), um militante - gay - vegan que explode uma lanchonete, balões amarrados em paus, uma fotógrafa parcialmente cega, um paranóico-alérgico-designerdeinteriores-lixotatuado etc, etc, etc... Ah, só pra lembrar, os dois últimos são os principais protagonistas do filme!
Enfim, o que parecia ser mais um enlatado americano transformou-se numa gostosa e hilária comédia com toques europeus, claro. Por falar em 'comédia européia' filmes muito bacanas têm surgido por aquelas bandas, e não me refiro só aos cults.
Muitos questionaram e questionarão ser um drama. Acredito que seja pelo perfil imprevisível dos protagonistas, as brigas freqüentes e o ambiente escuro e frio em que se passa o filme. Eu até concordo haver leves pitadas dramáticas (vide acima), mas, sem a mínima sombra de dúvida, os momentos 'HAHAHAHAHA' acontecem com bem mais freqüência que os momentos 'pooooxa...'. Pra falar a verdade, eu até me questionei a categoria do filme em alguns momentos. Mas a minha torcida para que eles se entendessem e a alegria em ver que deu tudo certo, rapidamente, eliminavam estas questões da minha cachola.
Vá assisti-lo e divirta-se! Só não vá com muitas expectativas - sério! Mas não digo isso pela falta de qualidade. A falta de expectativa e a surpresa só tornarão a experiência mais deliciosa ainda.

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