quinta-feira, 29 de maio de 2008

Os 10 melhores / Os 10 piores.

Estava eu dando uma olhada no GamesRadar, quando me deparei com isso.
São os 10 melhores personagens dos games, e os 10 piores personagens dos games. Obviamente isso não é nada oficial, é somente a opinião dos redatores do site, mas é bem bacana!
Destaque para o 7º melhor...

... e pro 3º pior.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Os virais.



Essa parada muito legal acima foi encontrada no Brainstorm #9.
Não gosto de Weezer, e pra falar a verdade, também não gosto dessa música.
Mas, puts, esse vídeo é genial! Os caras reuniram muitas das grandes celebridades online do mundo ao longo de seus três minutos e pouquinho. Destaque para o Afroninja, pro Chipmunk, pro(a?) Britney Spears Fan e pro Gordinho Numa-Numa.
Façam o favor de assisti-lo.

PS: O "virais" no título diz respeito ao termo "marketing viral", bem na moda no mundo da comunicação - especialmente no meio publicitário. Não vou explicar o que é "marketing viral". Como diria aquele cara gay do Pânico na TV: "Joga no Google, bem!"

domingo, 25 de maio de 2008

Spielberg e seus blocos.

É isso aí! Você não leu errado! Lá em cima está escrito Spielberg - em português, Ispíuberg.
O grande diretor mostra novamente sua genialidade e transforma a ingênua e monótona brincadeira de blocos em uma longa série de empolgantes e divertidos puzzles (ou, quebra-cabeças, na linguagem não-gamer).
A idéia de Boom Blox é simples: você tem um cenário (por exemplo, uma vaca em cima de uma pilha de blocos) e você tem que realizar uma determinada tarefa em cima deste cenário (puxar a maior quantidade de blocos possíveis sem deixar a vaca cair). Tudo isso utilizando, em sua totalidade, as diversas funções do Wiiremote.
Como muitas coisas que eu tento descrever aqui, esta é uma atividade indescritível. Felizmente, dessa vez, eu posso ilustrar perfeitamente como tudo funciona com esse vídeo bacanão!

Que o cara é gênio todo mundo sabe, mas um desafio à sua genialidade como esse caiu muitíssimo bem!

Tem coisas que nunca ficam ruins... (2)

Mantendo a estirpe do post anterior, venho aqui falar de outra banda que andava sumida na minha playlist: Atreyu. O nome traz divergências. Divergências recentes, porém ainda divergentes (eeeer!). Mas as tais divergências não são para menos, a banda mudou - e muito!
A banda consagrou-se pelo seu estilo um pouco mais agressivo, porém melódico e super agradável aos ouvidos. Eles nasceram deste padrão, mesmo que não fosse a sonoridade que os mesmos gostariam de alcançar. Entretanto, desde seu penúltimo álbum (o razoável "A Death Crip On Yesterday") a já pouca agressividade dava, cada vez mais, lugar à melosidade. Fato consumado no último play que aparece aí do lado: "Lead Sails Paper Anchors".
A reação, pelo menos em terras brasucas, não foi nada boa. Mas isso não se deve pela qualidade do material (que é muita) mas sim pelo público que a banda alcançou, formado, em sua grande maioria, por garotos sensíveis wannabe metal. Se serve de consolo para a banda, para mim, posições como estas são absolutamente descartáveis.
A verdade é (verdade leia-se: minha humilde e modesta opinião) que este último álbum tem qualidade de sobra, ao longo de suas 11 faixas - tirando a fraquíssimamentefraca "Becoming the Bull".
Eles mantiveram os deliciosamentegrudentos refrões, levados pela belíssima voz do baterista, sabiamente destacada no álbum; suavizaram as tentativas frustradas de parecer "metal pesado" e, o mais importante de tudo, seguiram seus instintos musicais e foram verdadeiros.
No geral, é um álbum feito para quem fez como a banda: evoluiu, não só musicalmente, como intelectualmente. É lindo, divertido, grudento, alegre, marcante etc, etc, etc. Estou bem feliz de adicioná-lo novamente à minha playlist.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Tem coisas que nunca ficam ruins...

Não é?!?!
Essa semana, depois de um bom tempo escutando, única e exclusivamente, metal, resolvi relaxar voltando da faculdade e coloquei o "The Sufferer & The Witness" do Rise Against pra tocar no carro. Pimba! O prazer que tive em ouvir o play foi idêntico à primeira vez que coloquei-o pra tocar no Winamp - e olha que isso faz um tempo! O álbum data de 2006, e eu dei uma escutada nele pela última vez em meados de dezembro de 2007. Nesse momento me veio um estalo. Pensei "poooxa, são poucas as bandas que têm a capacidade de criar um material que resiste às barreiras do tempo."! Vocês concordam comigo, não é? Principalmente em tempos de extrema generacidade musical (cara, essa expressão nem existe), encontrar uma banda com talento e dedicação para presentear-nos com tanta qualidade musical assim é raro. Nunca fui muito fã de hardcore melódico. Nunca liguei pra No Fun at All, Lagwagon, NOFX, Pennywise etc, etc, etc. Mas afirmo de peito cheio e de ouvidos satisfeitos: Rise Against é, disparado, uma das melhores bandas da atualidade.

Online.

Parafraseando o Purified in Blood (ver post "Great News!"):
"So now the people your parents warned you about is ready to yet again claim their throne. If you’re ready for a ride to hell, please buckle up!!"
Resumindo... estou de volta! À noite apareço aqui com pelo menos um post novinho em folha!

Cara... eu nem sei porque faço esses posts tipo "estou de volta!". Provavelmente ninguém vai ver isso aqui. Provavelmente ninguém veja meu blog nos próximos dias/semanas/anos. Fazer o que se eu peguei gosto pela coisa...

sábado, 17 de maio de 2008

Offline.

Faz um tempo que não dou as caras por aqui. Não é pra menos, estou sem internet.
Em tempo, fiquem ligados no blog do Décimo Café União e deêm uma sacada no cabeçalho muito bacana que o Vítor me deu de presente.
Legal pra caramba, né?

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Great news!

Great news, não! Amazing news! A banda responsável pelo melhor e mais competente álbum de 2006, Purified In Blood, está de volta! Sim, sim, sim!!! Depois de um lamentável rompimento, no auge do sucesso, no começo de 2007, esses vegans doidões estão de volta. Essa empolgação toda vem graças ao MySpace da banda, que continha a célebre palavra "ressurected", seguida de uma foto de todos eles unidos em uma caminhadinha na praia. Agora o negócio é esperar (pouco de preferência) e torcer (muito de preferência) para que tenhamos mais notícias - ou quem sabe um som novo - o mais breve possível!
Cara, isso é muito legal, puxa vida!!!

Som novo do Misery Signals.

O Misery Signals, uma das bandas com mais competência no quesito "melodia", na minha opinião, tá com dois sons novos na praça. Os caras postaram os dois sons no MySpace da banda - como se isso fosse algo muito diferente. O álbum novo deles, intitulado "Controller" tá pra sair no dia 22 de julho. Até lá, fica a ansiosidade para conhecer o trampo novo dos bróderes. O que é muito claro, seja nessas duas faixas novas, seja no último álbum, o "Mirrors", é que eles, definitivamente, adicionaram mais peso à sua fórmula harmoniosa e cheia de agradáveis melodias. Isso tudo depois da saída do antigo vocalista, que gravou o melhor trampo deles até hoje, o "Of Malice and the Magnum Heart".
Na boa, o Misery já não vem suprindo minhas expectativas desde o OMatMH, e eu não tô apostando minhas fichas nesse play novo, não. Espero que eu esteja errado. Espero mesmo.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Inacreditavelmente genial.

Todos já ouviram falar do famoso disco dos doidões do Led Zeppelin. Aquele que tocava em perfeita sincronia com o filme - igualmente doidão, intitulado "O Mágico de Oz", certo?
Então, apague tal memória da sua cabeça, os próximos 11 minutos do vídeo abaixo vieram para demolir qualquer teoria de conspiração besta do tipo.
É simplesmente o "custom map" mais genial que eu já vi em toda a minha existência nerd. O doidão(ona) fez uma fase customizada do magnífico Super Mario World. Até aí, tudo bem, é mais uma fase naquele estilo "não mova o Mario, a fase o leva até o final" - e olha que isso é difícil pacas de fazer! Agora, o "problema" foi que, além de ele(ela) criar uma fase com 11 (ONZE!!!) minutos de duração, a fase INTEIRA é em completa sincronia com a música de fundo. Completa, completa MESMO. TODOS os momentos são ABSOLUTAMENTE sincronizados. Podem parecer muitas exclamações e capslocadas, mas isso é pouco comparado com o monstruoso absurdo de 11 minutos criado por essa mente doentia.
Veja essa maravilhosa palhaçada aqui, e encante-se como eu me encantei.

Novo hit.

Navegando no já absurdamente conhecido, Kibeloco, encontrei o novo hit da internet, digno de funks e afins. Deixa eu me antecipar, vai que eu sou 'googlezeado' antes da enorme horda de bloggers brasucas.


"Chitãozinho e Xororó, pô!"

Detalhe para a musiquinha do Mario rolando no início do vídeo. Com certeza esse cara é legal - o da câmera, não o doidão.

sábado, 3 de maio de 2008

Sumonando o Trovão!


Esse ano vem carecendo de ótimos lançamentos. Até agora tem o obZen do Meshuggah e o... não, só isso mesmo. Em um ano que não vai indo muito bem - até o momento, o que resta é escutar algumas ótimas novidades que apareceram no finalzinho de 2007, quase 2008. Tirando o "Nocturnal" do The Black Dahlia Murder que é algo absurdo, o "Summon in Thunder" do(a) Himsa (puta nome legal, esse!) me surpreendeu bastante esse ano. Digo esse ano porque só descobri essa pérola há um mês.
Bem, os caras do Himsa sempre mandaram benzinho. Porém, nadavam no oceano de inúmeras bandas que tiram o mesmo tipo de som, com as mesmas características. Vinha sendo sempre assim: umas melodias aqui, uma acelerada aqui, uma parada estratégica acolá.
Agora, o que esperar do SiT? Caras, afirmo que eles não revolucionaram nada! Mas, calma lá, isso não significa porcaria! Pelo contrário! Souberam aproveitar bem a nova onda de mulecada- caótica-sompesadinho-cabelinho-roupinhajusta, mantiveram seu som tradicional, elevaram a qualidade técnica ao extremo e, tcharam, conseguiram se destacar no meio da maldita mesmice.
O álbum todo é cheio de melodias, vocais extremamente fortes (urros, muitas vezes), uma bateria vezes pacífica, vezes agressiva e trechos muito - mas muito - grudentos. Sabe quando você fica voltando no Winamp naquele segundo daquele riff de guitarra? Então, toda santa música tem pelo menos um trecho assim.
Pra começar, nada de intros nesse álbum - finalmente! A "intro" por assim dizer, faz parte da primeira (e violenta) "Reinventing the Nose". A faixa é meio estranha, de uma maneira agradável. Ela é rápida e eficiente a maior parte do tempo, mas a guitarra, aparentemente, não acompanha, com umas palhetadas meio Catacumbas do Egito, saca? Nada que ofusque o brilho desse começo.
Mal acaba a Reinventing e PIMBA(!) começa "Haunter" com seu urro desesperador. Aqui é absolutamente perceptível a harmonia entre os dois bróderes guitarristas, mas nada de muito destaque no resto da faixa. Do álbum todo, uma das que passa batido mais fácil.
"Big Timber" começa de maneira interessante - e mantém-se assim até o fim da faixa! Também pudera, é a faixa de trabalho dos caras. Aqui, na minha opinião, o toque de gênio vem na bateria, especialmente no trabalho nos pedais. Mas, mais legal do que qualquer coisa nessa música, é o vídeo dela. Um dos vídeos mais geniais e divertidos que eu já assisti. Enfim, excelente faixa. A coisa agora começa a esquentar de vez.
Chega "Given It to the Taking", uma das faixas top do álbum. A música toda é composta de toques de gênio - daquelas que fazem com que você se encontre cantarolando sem nem perceber. O destaque, porém, fica pro minuto final da faixa. Uma das "reviravoltas musicais" mais impressionantes que eu já ouvi.
Depois da violência, vem a calmaria (tem um ditado parecido com essa frase, mas eu esqueci). Começa "Skinwalkers" com seu "jeito instrumental de ser". Também pudera, o destaque, nessa faixa, fica com a instrumental, impecável do começo ao fim - e indescritível, também. Só ouvindo para realmente sacar a mágica.
"Curseworship" fala por si só. Um nome ótimo para uma música melhor ainda. Guitarras em duelo do começo ao fim e palhetadas estilo cena de filme de ação, saca? Eu sei que ninguém vai entender, mas putz, tá difícil descrever esses trechos. São épicos demais.
"Hook as Hands" começa promissora, como se dissesse "destruirei tudo em minha frente". Mas, infelizmente, não agüenta o tranco muito bem. O vocal chorado ("a vision of hoorr-ooOOoo-oo-r") cansa facimentel, e os caras insistiram e repetir o trecho umas duas vezes, pelo menos. O bacana aqui é o final, pra falar a verdade. Um urro digno de lobisomem uivando pro luar. Foda.
"Ruin Then" é a faixa que mais me deixou em dúvidas no álbum todo. Ela tem trechos muito bons, acompanhados de trechos muito fracos e absolutamente cansativos. Apesar dos pesares, definitivamente vale à pena escutar, principalmente pelos tais trechos muito bons.
"Den of Infamy" é uma faixa, praticamente, instrumental-pausapradescansar. Mas, na verdade, é uma das mais lindas - lindas de linda mesmo, bonita - do álbum todo. Sua guitarra é potente e, com o perdão do melodrama, toca o coração com uma ternura absurda. Mas, pouco depois de sua metade, entra o vocal urrado e prolongado, característica forte do álbum. Curiosidade: aparentemente, há uma participação especial RIDICULARMENTE potente aqui. Os berros finais são praticamente berros de robôs enraivecidos cujo o único objetivo é matar - hasta la vista, baby!
Puts! Mal acaba a Infamy e já vem a mais thrash-tironacara do álbum. "Unleash Carnage" vem como um soco na boca do estômago. Seu inicial grito ensurdecedor nos dá um gosto da potência que durará pelos próximos 2 minutos e 2 - cravados! Assim como Big Timber, Unleash Carnage tem um vídeo muito bacana, vale conferir!
Fechando com chave-de-ouro essa ótima surpresa do Himsa, temos a homônima "Summon in Thunder". Ela é puro metal do começo ao fim: forte, técnica, rápida e grudenta. Uma das mais bacanas do álbum, com tranqüilidade.
Enfim, Summon in Thunder é um álbum na medida certa: não é longo demais, nem curto demais; não é melódico demais, nem melódico de menos; não exagera nos refrões e partes grudentas, porém não deixa elas de fora nos momentos adequados.
É um álbum difícil de descrever, por ser um álbum único. Há quem diga que já ouviu milhares de coisas - novas - parecidas com o SiT. Mas, não importa, o Himsa, finalmente, alcançou o destaque técnico-criativo que vinha buscando há um tempo. O melhor deles e, tranqüilamente, um dos três melhores de 2007. Ouçam-no, por favor.