Speechless.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Não tô afim.
Por motivos de cansaço extremo, falta de tempo pra aproveitar a vida e outras 'n' coisas que não estou afim de listar, vou deixar esse espacinho meio que de lado. Sendo assim, não vou dar seqüência ao meu diário sobre a Amazônia, nem a muitas outras coisas que eu queria escrever por aqui. Sempre que pintar um tema legal, darei minhas caras. Mas não é necessário muito mais que isso.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Amazônia: o pós dia-pós-dia (Dia 1, 23:13)
Que saco!
São 4 horas da manhã e o dia já começa. Assim como foi minha viagem na vida real, esse primeiro post - de uma série de 6 - já começa com uma reclamação. Afinal, após pouco mais de 1 hora de sono, eu despertava para o que seria a maior viagem da minha vida, até o momento (maior e não melhor, ok?). Enfim, encontrei o pessoal todo na faculdade e, de cochilo em cochilo (não sou antisocial, só sonolento), cheguei ao aeroporto de Guarulhos. É ali que o dia começava pra valer: um aviãozinho teco teco me esperava, ora pois! O sol mal havia nascido e eu já tinha que enfrentar um medo - o de avião. Subi no voador e, dentro de pouco tempo, estava parando em Brasília, nossa primeira escala. Que vôo tranqüilo. Que vôo gostoso. "Essa viagem vai ser fichinha!", pensei. Ledo engano.
São 4 horas da manhã e o dia já começa. Assim como foi minha viagem na vida real, esse primeiro post - de uma série de 6 - já começa com uma reclamação. Afinal, após pouco mais de 1 hora de sono, eu despertava para o que seria a maior viagem da minha vida, até o momento (maior e não melhor, ok?). Enfim, encontrei o pessoal todo na faculdade e, de cochilo em cochilo (não sou antisocial, só sonolento), cheguei ao aeroporto de Guarulhos. É ali que o dia começava pra valer: um aviãozinho teco teco me esperava, ora pois! O sol mal havia nascido e eu já tinha que enfrentar um medo - o de avião. Subi no voador e, dentro de pouco tempo, estava parando em Brasília, nossa primeira escala. Que vôo tranqüilo. Que vôo gostoso. "Essa viagem vai ser fichinha!", pensei. Ledo engano.
De Brasília seguimos todos para a Serra do Cachimbo, nossa segunda escala, e de lá partimos, finalmente, para Manaus. Porém, no meio do caminho tinha uma bolha de ar, tinha uma bolha de ar no meio do caminho. Turbulências a dar com pau. Foi comissário quase caindo, menina gritando, eu gritando, menina vomitando (sério!), sem contar o medo. Tipo, medo mesmo, não nervosismo, medão. Mas, como diria aquele cantor que eu nem sei quem é: "Mas tudo passa, tudo paaassa". E após uma visita à cabine do piloto, comecei a enxergar meu medo de avião se esvarir. Lá é tão legal e moderno, que nem tem como temer alguma coisa.
Enfim, demorou mais chegou, e finalmente eu colocava os pés em terras amazonenses. Um abafado vento quente e típico me deu as boas vindas junto com diversos apertos de mão de Coronéis, Tenentes, Capitães e afins. Na tranqüilidade da terra firme, é possível conhecer melhor os universitários que nos acompanham. Todos, além de inteligência, aparentam simpatia, o que alavancam as minhas expectativas. O hotel também cumpre o que promete: TV à cabo, cama quentinha, chuveiro e só. Não precisamos de muito mais que isso. Após um pulo na piscina e um outro cochilo, saí para conhecer o bairro. Aí sim, uma decepção. Tanto o bairro, quanto a cidade têm um aspecto de periferia constante, muita sujeira no ar, desorganização e, principalmente, falta do que fazer. Mas o ócio não continuaria por muito tempo. Às 20h, chega a hora do tão esperado e comentado jantar de recepção.
E que jantar! Comida e bebida à vontade; cadeira marcada com "Sr. Victor"; generais conversando conosco, réles mortais; bandinha e vários outros luxos que você pode tentar imaginar. Sinceramente, eu não sei se merecia tudo isso, mas se tava lá pra mim deveria ter um porquê. O protocolo ficou pra trás e deu lugar a um estampado sorriso no rosto dos veteranos - e no meu também(!). Os milicos são legais, e eu não sabia.
Estou exausto, atravessei o Brasil e vi paradigmas serem quebrados o dia inteiro. Ah, que cansaço gostoso! Ah, que bom que esse é só o primeiro dia.
Enfim, demorou mais chegou, e finalmente eu colocava os pés em terras amazonenses. Um abafado vento quente e típico me deu as boas vindas junto com diversos apertos de mão de Coronéis, Tenentes, Capitães e afins. Na tranqüilidade da terra firme, é possível conhecer melhor os universitários que nos acompanham. Todos, além de inteligência, aparentam simpatia, o que alavancam as minhas expectativas. O hotel também cumpre o que promete: TV à cabo, cama quentinha, chuveiro e só. Não precisamos de muito mais que isso. Após um pulo na piscina e um outro cochilo, saí para conhecer o bairro. Aí sim, uma decepção. Tanto o bairro, quanto a cidade têm um aspecto de periferia constante, muita sujeira no ar, desorganização e, principalmente, falta do que fazer. Mas o ócio não continuaria por muito tempo. Às 20h, chega a hora do tão esperado e comentado jantar de recepção.
E que jantar! Comida e bebida à vontade; cadeira marcada com "Sr. Victor"; generais conversando conosco, réles mortais; bandinha e vários outros luxos que você pode tentar imaginar. Sinceramente, eu não sei se merecia tudo isso, mas se tava lá pra mim deveria ter um porquê. O protocolo ficou pra trás e deu lugar a um estampado sorriso no rosto dos veteranos - e no meu também(!). Os milicos são legais, e eu não sabia.
Estou exausto, atravessei o Brasil e vi paradigmas serem quebrados o dia inteiro. Ah, que cansaço gostoso! Ah, que bom que esse é só o primeiro dia.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Cheguei!
Agora já faz mais de 24 horas que cheguei das longínquas terras Amazônicas.
Não, eu não virei churrasco de índio.
Não, eu não peguei doenças estranhas.
E não, eu não sofri na mão dos milicos.
Vim de lá com muitas impressões transformadas e outras recém-formadas - sem contar as milhares de letras para escrever. Afinal, eu havia feito um trato com vocês leitores(as), não é? Aguardem, amanhã começa a odisséia.
Não, eu não virei churrasco de índio.
Não, eu não peguei doenças estranhas.
E não, eu não sofri na mão dos milicos.
Vim de lá com muitas impressões transformadas e outras recém-formadas - sem contar as milhares de letras para escrever. Afinal, eu havia feito um trato com vocês leitores(as), não é? Aguardem, amanhã começa a odisséia.
sábado, 1 de novembro de 2008
flw vlw
Dentro de 2 dias levanto vôo em direção à Amazônia.
Sim, você leu certo, é pra Amazônia mesmo. Aquele lugar cheio de verde e água, o famoso "pulmão do mundo". Enfim, sábado que vem (dia 7) eu tô de volta e, a partir daí, vou começar (assim espero) uma sessão especial de posts dia-pós-dia sobre minhas aventuras em terras ainda inexploradas.
Não faço a mínima idéia do que me espera ou do que vou encontrar lá. Sei lá, quem sabe eu não me encontro, hein?
PS: Quem quiser acompanhar minhas aventuras, é só clicar aqui!
Sim, você leu certo, é pra Amazônia mesmo. Aquele lugar cheio de verde e água, o famoso "pulmão do mundo". Enfim, sábado que vem (dia 7) eu tô de volta e, a partir daí, vou começar (assim espero) uma sessão especial de posts dia-pós-dia sobre minhas aventuras em terras ainda inexploradas.
Não faço a mínima idéia do que me espera ou do que vou encontrar lá. Sei lá, quem sabe eu não me encontro, hein?
PS: Quem quiser acompanhar minhas aventuras, é só clicar aqui!
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